terça-feira, 23 de agosto de 2011

amor-próprio


E para ser sincera, eu nunca perdi, escondi, ocultei ou qualquer outro argumento para referir-se ao meu orgulho. Na verdade o meu problema é com o amor, os vários tipos dele. O que realmente aconteceu é que eu ignorei o meu amor-próprio ao achar que o problema fosse comigo quando houve o fim. Por que seria comigo? Eu nunca fiz nada absurdamente errado. E não esquecendo que insinuações podem atingir qualquer pessoa, a culpa também não é sua, a do amor-próprio, pois a do fim, obviamente, foi nossa. Mas voltando ao assunto, é algo que meche comigo por dentro e que me faz sentir muito mal, algo que ainda é impossível de controlar. Talvez você acelere isso!
E ainda dou aquele sorriso bobo ao vir uma lembrança sua em minha mente, é que eu ainda te amo, e esse sorriso é fruto de mais um amor, também, não bem sucedido. Mas é algo que daqui a algum tempo eu vou saber o que fazer: desistir ou insistir. E agora eu só faço o possível para não me arrepender nem tomar decisões precipitadas.
Na minha idade, ainda é tudo muito novo e confuso e a certeza que eu tenho é que eu te amo e me amo!
Não é só orgulho, por ser convencida, ter amor-próprio ou coisas mais. É uma mistura de tudo isso. É muito mais, sou eu!

Por: Deborah Félix.

Nenhum comentário:

Postar um comentário